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Responsabilidade Social

Sintraúde Santos promove pela segunda vez a campanha “Cuidar de quem Cuida” em defesa das pessoas com HIV

Publicado em 09/11/2012


Assegurar o respeito aos direitos e às liberdades fundamentais, dizer não à ‘aidsfobia’, tornar o local de trabalho um lugar seguro e saudável, sem discriminação às pessoas com HIV/Aids são temas que fazem parte da 2ª Campanha “Cuidar de quem Cuida”, que será realizada no dia 1º de dezembro em Santos.

 Nesta data, quando é comemorado o Dia Mundial de Prevenção contra a Aids, dirigentes de empresas, movimentos sociais, sindicais e trabalhadores da saúde dos setores privado e público, além de representantes do governo Federal, Estadual e Municipal estarão distribuindo panfletos com informações sobre a Aids e a importância da prevenção contra o vírus HIV. O ponto de encontro será na barraca montada pelo Sindicato da Saúde de Santos (Sintrasaúde) ao lado do canal 2 na cidade de Santos.

 O evento, que é uma iniciativa do Sintrasaúde, atendeu à solicitação do Ministério da Saúde e da Organização Internacional do Trabalho sobre a Recomendação 200 HIV/Aids e o mundo do trabalho. “O objetivo é fazer com que os trabalhadores levem para dentro do local de trabalho orientação, prevenção e meios de tratamento para os trabalhadores soropositivos ou não. Com isso, pretendemos garantir o respeito aos direitos humanos, respeitando a diversidade, combatendo a ‘aidsfobia’, tornando o local de trabalho um lugar seguro, saudável e sem discriminação”, explica Marcelo Cancio, coordenador da campanha “Cuidar de quem Cuida”, que também é 1º secretário do Sintrasaúde e secretário estadual da Saúde da Nova Central Sindical de trabalhadores (NCST).

 Ainda, segundo Marcelo, o nome da campanha “Cuidar de quem Cuida” remete à primeira edição da campanha, realizada no ano passado, que foi voltada para os profissionais da saúde. “A partir daí, estendemos a todas as categorias, pois responsabilidade social é um dever de todos”, diz.
 “A ação, reconhecida pelo Ministério da Saúde e Organização Internacional do Trabalho (OIT), foi classificada como altamente positiva, o que nos dá a certeza de que podemos fazer mais!”, completa Paulo Pimentel, presidente do Sintrasaúde.
Para o presidente da Federação dos Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo, Edison Laércio de Oliveira, “levar para as ruas ações como esta e que esta conscientização vá para dentro dos locais de trabalho são muito importantes, pois ainda existem muito preconceitos em relação às pessoas soropositivas e como se prevenir, principalmente para os profissionais da saúde”, ressalta.

 Entidades parceiras - O sucesso da campanha se deve à parceria de várias entidades ligadas à área da saúde, como Federação da Saúde do Estado de São Paulo, Nova Central Sindical de Trabalhadores (nacional e do Estado de São Paulo), Ministério da Saúde (Departamento DST/AIDS e Hepatites Virais), Gerência de Prevenção, Diagnóstico Precoce da Infecção pelo HIV/DST e Redução de Risco e Vulnerabilidade, Confederação dos Servidores Públicos do Brasil, Sindicato dos Servidores Estatutários Municipais de Santos, OIT/Brasil, Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS do Estado de São Paulo e Municipal, Santa Casa de Santos, Sociedade Portuguesa de Beneficência de Santos, Casa de Saúde de Santos, Pró-Saúde de Cubatão, Clínica Multi Imagem de Santos e AME (Ambulatório de Especialidades Médicas de Praia Grande).

 Vida profissional e HIV
Todos os anos, muitos profissionais se afastam do trabalho em virtude de acidentes ou doenças ocupacionais, que são em sua maioria causadas por condições de trabalho precário, como dupla jornada, excesso ou sobrecarga de tarefas e assédio moral. Doenças, como hipertensão, diabetes e outras definidas como crônicas, quando não tratadas e acompanhadas adequadamente, também são fatores que contribuem para o afastamento do trabalhador.Do mesmo modo, a infecção transmitida pelo HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) e pela AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida), quando tratada de modo adequado não impede a pessoa de exercer suas atividades normalmente. O convívio com portadores de HIV não oferece perigo. Os cuidados necessários que se deve ter são: alimentação saudável, dormir bem, manter vida afetiva, sexual e social e lazer. As mesmas recomendações são feitas às pessoas que já desenvolveram a AIDS.

 É indiscutível que o HIV tem impacto no mundo do trabalho, pois a maioria das pessoas que tem o vírus está em idade produtiva e grande parte delas estão inseridas no mercado de trabalho. Assim, as ações desenvolvidas no espaço de trabalho também podem impactar a epidemia. Por isso é importante que neste momento ações conjuntas entre movimento sindical e empresas sejam desenvolvidas. Tudo isto contribui para dar respostas à classe trabalhadora brasileira e assim todos ganham: os trabalhadores, as empresas e o País, que não despenderá de tantos recursos para o pagamento de encargos relativos ao afastamento de trabalhadores ainda produtivos.

 Os interessados em participar da campanha podem entrar em contato com Marcelo Cancio pelos telefones (13) 7807- 6862 e 3202-8074 ou pelo e-mail marcelo.cancio@hotmail.com; sintrasaúde@uol.com.br


Fonte: Federação dos Trabalhadores da saúde do estado de São Paulo


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