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Dicas de Saúde

O que acontece quando um raio atinge alguém?

Publicado em 25/4/2017


No local da queda de um raio, a corrente elétrica é muito forte: de 30 mil a 40 mil ampères, cerca de 1000 vezes maior que a do chuveiro. Se a pessoa estiver na água, é ainda mais intensa, uma vez que o meio líquido conduz melhor a eletricidade do que o ar.

A chance de sobreviver é praticamente zero porque ocorrem parada cardíaca e queimaduras sérias. E quanto mais perto, pior, viu? A corrente é menor à medida que se afasta do centro da queda do raio. A 1 metro de distância ela é duas vezes menor; a 2 metros, quatro vezes menor, e assim sucessivamente.

O raio entra por uma extremidade do corpo e sai por outra, podendo percorrer diferentes caminhos. Os que promovem mais danos são:

Da cabeça aos pés

Atinge o cérebro e o coração.

De braço a braço

Passa com intensidade pelo coração.

Como se proteger de um raioNão permaneça na piscina, no mar ou no chão molhado. A água é uma condutora de eletricidade muito melhor do que o ar.

Evite áreas abertas, como campo de futebol, e também andar a cavalo ou de bicicleta. Você vira um para-raios.

Procure abrigo em prédios ou até em veículos fechados. Mesmo sendo de metal, eles ficam isolados por causa dos pneus.

Não fale em telefones com fio. Celulares devem ser evitados se conectados ao carregador, ou se estiver em campo aberto.

Se sentir arrepio ou coceira na pele, pode ser raio se aproximando. Fique na posição de cócoras para se proteger.

Os tipos de raioNuvem-terra

Representam 99% dos raios e, por isso, são os que causam mais acidentes.

Terra-nuvem

Menos comuns, saem do chão e acarretam os mesmos estragos que o nuvem-terra.

Nuvem-nuvem

Mais raros, não oferecem grande risco. Mas podem ser prenúncio dos outros dois tipos.

Fontes: Alice Ferreira, biofísica da Universidade Federal de São Paulo; Cláudio Furukawa, físico da universidade de são paulo (USP); Cleiton Lopes Aguiar, fisiologista da Universidade Federal de Minas Gerais; Osmar Pinto Júnior, engenheiro do Grupo de Eletricidade Atmosférica do Inpe; Ricardo Leão, fisiologista da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP

Fonte: Saúde | Abril


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