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Dicas de Saúde

Setembro Verde - Campanha de Doação de Órgãos

Publicado em 17/9/2018


Desinformação é uma das principais causas para a falta de doação de órgãos no Brasil
O Brasil celebra hoje (27) o Dia Nacional da Doação de Órgãos e Tecidos. A data objetiva conscientizar a população sobre a importância da doação como forma de salvar a vida de milhares de pessoas por meio do transplante.  (...)

 

Somente referente a rins, já foram realizados no HUUFMA 565 transplantes, e a FJMontello tem participação importante nesta marca com a oferta de profissionais e apoio técnico ao Hospital Universitário da UFMA durante os últimos 21 anos.

 

Números - Até o final do primeiro semestre de 2017 a fila para o procedimento no Brasil era de 32.972 pessoas. Entre os principais órgãos estão coração, rim, córneas e fígado. No Maranhão, a fila para o transplante renal, por exemplo chega a mais de 200 pacientes.

 

O transplante de órgão, em amplo número de casos, é a única alternativa de muitos pacientes portadores de doença em estado avançado. Um triste dado é que grande parte deles não consegue vencer a espera pela doação e acaba morrendo ainda na fila. SOMENTE NO ANO PASSADO MAIS DE 2 MIL PESSOAS MORRERAM AGUARDANDO. QUASE 100 DELAS ERAM CRIANÇAS.

 

Mortes pela desinformação – Em 2016, de acordo com dados apresentados pelas centrais estaduais de transplante em todo o país, mais de 10 mil pessoas tiveram morte encefálica e poderiam ser doadores de vários órgãos e tecidos. Mas não foram. Cerca de 40% das famílias que foram consultadas para a doação não deram autorização para a prática, ou seja, teoricamente, mais de 10 mil vidas poderiam ter sido salvas. Mas não foram. Uma das principais dificuldades é a falta de informação. É fazer com que as famílias entendam que a morte encefálica (detectada por rigorosos protocolos) é irreversível.

 

Setembro Verde – O mês escolhido para a conscientização de doadores e familiares e que tem o dia 27 como ápice objetiva mudar esse cenário. Tem o intuito de orientar e quebrar diversos mitos, além de difundir os procedimentos a serem seguidos para a doação. Um dos principais é demostrar esse interesse para a sua família de forma clara. Com o slogan “É hora de dizer aquelas duas palavrinhas: Sou Doador”, a Campanha em 2017 no Maranhão teve como ponto alto a Caminhada pela Vida realizada em São Luís no último sábado. Diversas ações como palestras, blitzen, panfletagens, estão sendo realizadas por várias instituições que estão integradas à causa.

 

Como ser um doador - De acordo com a legislação brasileira (lei nº 10.211, de 23 de março de 2001), a retirada dos órgãos e tecidos para doação só pode ser feita após autorização dos membros da família.

 

Para a doação, o doador deve ter sofrido morte encefálica, pois somente assim os seus principais órgãos vitais permanecerão aptos para serem transplantados para outra pessoa.

 

Pessoas vivas também podem ser doadoras de órgãos, mas apenas aqueles que são considerados “duplos”, ou seja, que não prejudicarão as aptidões vitais do doador após o transplante. Um dos rins ou pulmões, parte do fígado, do pâncreas e da medula óssea são exemplos de órgãos que podem ser doados por pessoas ainda em vida.

 

Curiosidade - O dia 27 de setembro foi escolhido para comemorar o Dia Nacional de Doação de Órgãos em homenagem a São Cosme e São Damião. A história conta que os irmãos foram médicos e realizaram o primeiro transplante de que se tem notícia na história: transplantaram a perna de um escravo mouro morto para um sacerdote do clero romano que sofria de câncer.

Fonte: Fundação Josué Montello


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